Low-Cost/Low-Fare

Por que que cá não tem?


Ryan Air, o case:

A mais conhecida e maior companhia low cost-low fare, a Ryanair tem sua sede em Dublin, na Irlanda, e foi fundada em 1984 por Christopher Ryan, Liam Lonergan e Tony Ryan. Com dois Ryan entre os criadores, a empresa, ganhou o nome de Ryanair. A primeira rota da companhia foi entre Waterford, na Irlanda, e o aeroporto inglês de Gatwick operado com um Bandeirante da Embraer.


Hoje a Ryanair opera uma frota exclusiva de 690 Boeings 737, uma das maiores companhias da Europa em número de aeronaves. Até 2034 a companhia deve receber mais 150 novas aeronaves Boeing 737-MAX 10


A venda das passagens da Ryanair é feita exclusivamente no site da companhia. Antes de iniciar a compra, escolha o idioma e o país de preferência clicando na bandeira no canto superior direito. São 21 opções diferentes de idiomas.


690 aeronaves, 3.600 voos diários, 224 destinos em 36 países em 3 continentes, significam mais de 500 mil pax a cada dia.


Comparação inevitável:

Enquanto aqui, 3 estrangeiras com nomes lindos, GOL, AZUL e TAM, juntas, possuem 526 aeronaves, parece que não tem lugar para LOW COST/LOW FARE, pois, LOW SERVICES todas o são.


Com esses novos recordes de 9,3 milhões de estrangeiros chegando e 130 milhões de brasilianos saltitando entre os 134 aeroportos comerciais do brasil, com a terceira maior indústria de aeronaves do mundo no estado de São Paulo, a pergunta é: não caberiam aqui mais empresas que pudessem ser nacionais e “Low fare”?


Chega a ser um mistério, porque apenas 3 empresas estrangeiras operam essa vasta área, sem concorrência? Sim, as 3 são controladas por capital estrangeiros com suas sedes fiscais no exterior. 


O avião é o segundo maior meio de locomoção de turistas no brasil, perdendo para os automóveis e superando os ônibus.


E falta trem:

Não se concebe um circuito como Rio, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília sem uma ferrovia para transporte de passageiros em alta velocidade.


E falta barco:

Com mais de dez mil km de costa atlântica e mais de 20 mil km de rios navegáveis e lagos imensos, a exploração do transporte por águas é pífio e, assim como os trilhos, é inexplicável sua ausência na composição da malha. 


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