Alertas dos cientistas: vem muita água entre agosto e outubro de 2026.
Pelo histórico do crédito que a ciência tem entre políticos no poder, empresas e religiosos, o desastre está desenhado:
⁃ Inundações
⁃ Enchentes
⁃ Deslizamentos
⁃ Mortes
Inundações
Nas áreas territoriais mais baixas, como o Delta do Jacuí e a Laguna dos Patos, por serem áreas de pouca velocidade das águas, as inundações provocam desabrigo, flagelo e doenças.
Enxurradas
Em cidades localizadas em margens de rios caudalosos, poderá ocorrer desastres com perdas de vidas caso não se convença as pessoas saírem a tempo. Dois sentimentos dos moradores são fatais: o medo do saque caso abandonem seus pertences e a crença que alguma entidade superior vai protegê-los em função da fé.
Deslizamentos:
Em algumas cidades, onde escavações por explosões cizalharam leitos de pedra basáltica e/ou desestabilizaram solo medo-profundo, haverá deslizamentos de encostas, obrigando as autoridades locais mobilizarem a defesa civil de forma eficaz, com abrigos e cuidados de saúde e psicológico para reduzir sofrimento humano e animal. Estocar remédios é um paliativo relevante.
Mortes:
Pelas projeções baseadas na história recente, poderá haver pouco mais que uma centena de mortos, ocasionadas pela teimosia de moradores em áreas de risco, como encostas e margens de rios.
Onde o turismo será afetado?
Estradas interrompidas, aeroportos interditados e abastecimento prejudicado, reduz a atividade turística impactando em viagens de lazer e viagens de negócios, realização de eventos e, consequentemente, ocupação dos hotéis, parques, restaurantes e vendas do comércio.
Paliativos
Como não há tempo para soluções definitivas e as ações dos governos estadual e municipais deixaram a desejar após as catástrofes de setembro de 2023 e maio de 2024, a preparação para a próxima provável tragédia precisa de atenção para diminuir os efeitos.
Impacto Econômico permanente:
Como impacto econômico, o que se percebeu nos resultados de 2025, como reflexo dos dois anos anteriores, foi a queda da participação do estado no PIB nacional e o empobrecimento da população, com perda de pode de compra, aumento do Índice de GINI e perda de valor nos indicadores de saúde, educação e segurança. A recuperação dessas consequências pode demorar um nunca mais o estado voltar ao patamar anterior.
A única solução será o sobreaviso.
O crime anunciado, perdoado e esquecido:
Nos desastres anteriores, foi identificado muitas flexibilizações de legislação, desleixo com equipamentos de prevenção, falta de confiança nos alertas e nas correções e alguma corrupção.
No estado há má vontade para com o meio ambiente, como uma espécie de doutrina que leva as pessoas a odiar a natureza desde a tenra idade, motivada pela falácia de que os desastres ambientais “são culpa da natureza”, ao invés de se aceitar que são consequências da irresponsabilidade humana.
Não é “culpa da natureza”.
A natureza não está castigando alguém quando pede passagem ou quando eleva o tom das suas reclamações. A natureza não é como um deus vivo que castiga ou incita a violência, ela apenas reclama quando faltam matas ciliares nas margens dos rios ou quando, imprudentemente, humanos constroem casas em encostas, cavam barrancos íngremes e vão morar em vazantes e terras baixas.

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