Gramado – Dez anos com todo o gás – natural

Dez anos não são 10 dias


Em 1010, no primeiro Gramado Energy Day, realizado no Hotel Siena, foi detectado que as cidades turísticas de Canela e Gramado precisavam “segurança energética” com muita energia para sustentar o crescimento do turismo como vetor de desenvolvimento econômico e mobilidade social. Dali em diante, a diversificação da matriz energética e a captação de mais energia, preferencialmente limpa, tornou-se um dos projetos da ABIH, tendo como sustentáculo as empresas fornecedoras de energia, distribuidoras de equipamentos e gestoras de projeto de eficiência energética. Empresas como TOBIO, Sulgás, RGE, Global Solar e Perfil Energia, permitiram aquecer o assunto e hoje mais de duas centenas de hotéis do estado já estiveram presentes em nossos eventos de motivação com resultados palpáveis.


O gás natural 

No final do verão de 2016, foi realizada a primeira reunião da ABIH onde antigamente havia o primeiro posto de saúde da cidade e, como sinal do crescimento da cidade, ela havia ganhado uma instalação de saúde de Primeiro Mundo e naquele local havia sido recém-inaugurado o Hotel Laghetto Stilo Centro. Desde lá, foram uma média de 4 reuniões a cada ano, em um processo de convencimento da comunidade e da empresa estatal que o gás natural não servia apenas para mover indústria e automóveis. Ele poderia aquecer a hotelaria e a gastronomia, além de centenas de lares.


Chaminé

A pesquisa científica patrocinada pela empresa detectou uma mancha de calor equivalente à mesma mancha de uma siderúrgica de grande porte. Estava provado que o turismo não é “uma indústria sem chaminé”, como gostam de dizer as lideranças que entendem de outros setores.

As obras transcorreram em 5 anos, demandaram investimentos de mais de 10 Milhões de Dólares e o gás chegou nas duas cidades a partir de 2023, quando o Hotel Fioreze Centro, de Gramado, foi primeiro hotel a acender a chama azul.


O gás natural permite ao estabelecimento turístico, além de agilidade na operação, economia de espaço, gestão de suprimentos e segurança predial. Em uma cidade que tem mais de 100 dias por ano com suas ruas congestionadas e casas com grande movimentação, retirar das ruas os caminhões que transportam GLP, Óleo Diesel e lenha, evita interrupções a cada troca de botijão e reposição, são ganhos não-financeiros (diretamente) que se refletem na qualidade, tando da cidade como da casa.


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